O futuro da Mulher-Maravilha no novo DCU comandado por James Gunn continua cercado de especulações, e um novo nome começou a ganhar força entre fãs e profissionais da indústria. Melissa Barrera, conhecida principalmente por seu trabalho recente na franquia Grito, passou a ser apontada como uma possível escolha para viver Diana Prince na próxima fase cinematográfica da DC.
A sugestão ganhou repercussão após declarações públicas feitas em entrevista ao JoBlo Celebrity Access, nas quais colegas de profissão elogiaram não apenas o talento dramático de Barrera, mas também sua dedicação física, algo considerado essencial para assumir um papel tão icônico. A fala chamou atenção por partir de alguém com experiência direta em produções de grande escala e cenas de ação, o que adiciona peso à indicação, mesmo sem qualquer confirmação oficial da Warner ou da DC Studios.
Por que Melissa Barrera chama atenção para o papel

O principal argumento a favor de Melissa Barrera está em sua entrega intensa e comprometimento com preparação física, algo que vem sendo destacado nos bastidores de seus trabalhos mais recentes. Durante treinamentos de dublês e sequências de ação, a atriz teria demonstrado disciplina e presença que lembram o perfil exigido para uma heroína como a Mulher-Maravilha, cuja força não está apenas no combate, mas também na postura e na convicção.
A Mulher-Maravilha exige mais do que carisma: exige presença, preparo físico e uma identidade forte em cena.
Além disso, Barrera carrega um histórico de personagens resilientes e determinados, características que dialogam diretamente com a essência de Diana de Themyscira. Em um momento em que o DCU busca se afastar de interpretações anteriores e construir versões mais autorais de seus ícones, essa combinação pode ser vista como um diferencial.
A ruptura definitiva com o passado do DCEU

James Gunn já deixou claro, por meio de decisões práticas, que seu universo não pretende manter vínculos diretos com o antigo DCEU. A substituição de Henry Cavill por David Corenswet como Superman e a redefinição de personagens como Aquaman são exemplos claros dessa estratégia. Dentro desse contexto, o retorno de Gal Gadot como Mulher-Maravilha se torna cada vez mais improvável.
Embora o primeiro filme solo da heroína tenha sido amplamente elogiado, o fracasso crítico e narrativo de Mulher-Maravilha 1984 acabou se tornando simbólico do desgaste criativo da fase anterior da DC. Para Gunn, iniciar do zero parece ser não apenas uma escolha artística, mas também uma necessidade estratégica para reposicionar a marca diante do público.
O que esperar da nova Mulher-Maravilha no DCU
Ainda não há cronograma oficial para a estreia da nova versão da personagem, mas tudo indica que uma reformulação completa está a caminho, tanto em tom quanto em construção de mundo. A futura Mulher-Maravilha deve se alinhar ao novo DCU, que promete histórias mais coesas, menos dependentes de universos fragmentados e com maior foco em identidade narrativa.
Melissa Barrera, caso seja confirmada, representaria uma escolha ousada, porém coerente com a proposta de renovação. Jovem, dedicada e em ascensão, ela se encaixa no perfil de um universo que busca novos rostos para sustentar franquias de longo prazo.
Enquanto a confirmação não vem, a discussão já movimenta fãs e analistas — e reforça como a Mulher-Maravilha segue sendo uma das peças mais importantes do tabuleiro da DC.