Uma arte conceitual criada por um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento visual da Marvel Studios voltou a agitar os fãs do Universo Cinematográfico da Marvel. O material, apresentado em um painel internacional, reúne personagens centrais e figuras inesperadas, sugerindo que Vingadores: Doomsday pode ser o capítulo mais ousado e simbólico da saga do multiverso.
Mais do que simples ilustração promocional, a imagem parece funcionar como um mapa narrativo do que está por vir.
Personagens reunidos levantam suspeitas
A arte inclui nomes já esperados, como Pantera Negra, Quarteto Fantástico, Capitão América (Sam Wilson) e Loki, todos peças fundamentais da nova fase do MCU. O impacto maior, porém, vem da presença de personagens que teoricamente não deveriam estar ali.
Wanda Maximoff, Hulk Selvagem, um Thor visualmente inédito e, principalmente, Tony Stark aparecem em destaque. Essa combinação imediatamente levantou teorias sobre variantes do multiverso e sobre a influência direta de Victor Von Doom na reunião dessas figuras.
Nada parece aleatório. Cada personagem ocupa um espaço específico, reforçando a sensação de núcleos distintos que podem convergir em Doomsday.

Wanda e a possibilidade de redenção
A presença de Wanda é uma das mais debatidas. Após sua trajetória trágica no MCU, a teoria dominante é que essa versão não seria a Wanda corrompida conhecida pelo público, mas sim uma variante alternativa.
Essa Wanda poderia ser recrutada por Doutor Destino justamente por ainda não ter sido consumida pela dor e pela culpa. Narrativamente, isso permitiria à Marvel trabalhar redenção, contraste e escolhas diferentes dentro do multiverso.
Uma Wanda intacta emocionalmente muda completamente o jogo.
Thor inédito e o retorno do Hulk Selvagem
O Thor retratado na arte não corresponde exatamente a nenhuma versão já vista nos filmes. O visual mistura elementos clássicos com detalhes novos, o que fortalece a ideia de uma variante multiversal, possivelmente inspirada na famosa tropa de Thors dos quadrinhos.

Já o Hulk aparece em uma forma mais primitiva e brutal. Isso pode indicar tanto o retorno do Hulk Selvagem, deixado de lado nos últimos anos, quanto uma versão alternativa em que Banner nunca assumiu controle total.
Em ambos os casos, a mensagem é clara: Vingadores: Doomsday deve resgatar arquétipos mais extremos dos personagens.
Tony Stark: o ponto central da teoria
Nenhum detalhe da arte gerou tanto impacto quanto o retorno visual do Homem de Ferro. A armadura apresentada remete diretamente ao visual de Ultimato, levantando uma hipótese específica: um Tony Stark de um universo onde ele não morreu.
A Marvel sempre tratou Stark como o coração emocional do MCU. Trazer o personagem de volta, mesmo como variante, teria um peso narrativo gigantesco, especialmente em uma história que lida com colapso de realidades.
Encerrar a saga do multiverso sem Tony Stark parece improvável.

Nos quadrinhos, a relação entre Tony Stark e Victor Von Doom é complexa. Eles já foram rivais, aliados e até substitutos um do outro. Em determinado momento, Destino chegou a assumir o manto de Homem de Ferro, criando uma das fases mais simbólicas da Marvel Comics.
Essa relação abre espaço para uma teoria ainda mais ousada:
Robert Downey Jr. poderia interpretar tanto uma variante de Tony Stark quanto o próprio Doutor Destino.
Narrativamente, isso transformaria Doomsday em um espelho da própria história do MCU, colocando seu maior herói frente a frente com sua versão mais sombria.
O que essa arte realmente revela
Mesmo sem confirmações oficiais, a arte conceitual cumpre um papel claro: preparar o público para um filme que será mais emocional, simbólico e ambicioso do que qualquer evento anterior da Marvel.
Vingadores: Doomsday parece caminhar para ser menos sobre salvar o mundo e mais sobre confrontar legados, escolhas e versões do que poderia ter sido.
Se essas teorias se confirmarem, o MCU pode estar prestes a revisitar seu passado para redefinir completamente o seu futuro.