O ano de 2026 promete ser um dos mais movimentados da história recente da televisão. As principais plataformas de streaming preparam estreias e retornos que misturam nostalgia, universos consagrados e apostas ousadas. Entre continuações muito esperadas e novas séries cercadas de curiosidade, o público já começa a criar expectativas altas — e também algumas desconfianças.
Cavaleiro dos Sete Reinos aposta em leveza no mundo de Game of Thrones

Derivado direto do universo de Game of Thrones, Cavaleiro dos Sete Reinos chega com uma proposta claramente diferente de Casa do Dragão. A série acompanha Dunk e Egg em uma jornada mais íntima, com aventura, humor e uma pegada quase episódica, menos focada em grandes guerras políticas. A expectativa é positiva justamente por essa mudança de tom, que pode renovar o interesse pelo universo sem repetir fórmulas.
Wonder Man tenta reinventar o herói da Marvel

A Marvel aposta em algo menos convencional com Wonder Man. A série promete um olhar mais irônico e crítico sobre fama, poder e identidade, fugindo do arquétipo clássico do herói. As participações de Ben Kingsley e Joe Pantoliano elevam a curiosidade, mas também geram cautela. O desafio será equilibrar originalidade com coerência dentro do MCU.
Dele e Dela pode ser o novo drama-relacionamento da Netflix

A Netflix investe em drama com Dele e Dela, adaptação de um livro que explora relações conjugais sob tensão. As comparações com Sr. e Sra. Smith são inevitáveis, mas aqui o foco parece ser menos ação e mais conflito emocional. A força da série deve estar nos diálogos e na intimidade dos personagens, algo que pode agradar quem busca histórias mais realistas.
The Beauty surge como uma das apostas mais estranhas e intrigantes

Criada por Ryan Murphy, The Beauty apresenta uma ideia provocadora: uma droga capaz de tornar qualquer pessoa irresistível. O conceito mistura crítica social, obsessão estética e horror psicológico. Com um elenco forte, incluindo Ashton Kutcher e Isabella Rossellini, a série chama atenção, mas também levanta dúvidas sobre até onde a narrativa consegue sustentar sua própria premissa.
Euphoria chega à terceira temporada cercada de expectativa

Com trailer já divulgado, Euphoria – Temporada 3 mantém o status de evento cultural. Zendaya e Sydney Sweeney seguem como grandes chamarizes, e o público espera cenas intensas, polêmicas e visualmente marcantes. A dúvida é se a série ainda consegue se reinventar ou se começa a repetir seus próprios excessos.
Blade Runner 2099 divide opiniões antes mesmo de estrear

A Prime Video aposta alto com Blade Runner 2099, expandindo um dos universos mais cultuados da ficção científica. Com Hunter Schafer e Michelle Yeoh, a série desperta tanto entusiasmo quanto receio. O legado é pesado, e qualquer deslize pode gerar rejeição imediata. Ainda assim, o potencial visual e temático é enorme.
Homem-Aranha Noir aposta no carisma de Nicolas Cag

Talvez uma das ideias mais curiosas de 2026, Homem-Aranha Noir traz Nicolas Cage como protagonista. A mistura de estética noir com super-herói promete algo visualmente único. Se funcionar, pode ser uma das séries mais estilosas do ano. Se não, corre o risco de virar apenas uma curiosidade esquecível.
Shogun retorna com moral elevada após sucesso absolut

Depois de uma primeira temporada aclamada, Shogun – Temporada 2 chega com expectativa altíssima. Premiações, personagens fortes e uma narrativa madura colocam a série em posição confortável. O desafio agora é manter o nível sem perder intensidade dramática.
Anéis do Poder tenta consolidar sua virada na terceira temporada

Após uma recepção morna inicial e melhora perceptível na temporada seguinte, Anéis de Poder – Temporada 3 carrega expectativas mais positivas. A ligação com novos projetos do universo Senhor dos Anéis reforça o interesse. Aqui, o público quer consistência e respeito ao material original.
The Boys se aproxima do fim com promessa de caos

A quinta temporada de The Boys será a última, e a expectativa é alta para um encerramento à altura. Capitão Pátria e Luz Estrela seguem como pilares da narrativa, e o público espera um final explosivo, crítico e sem concessões. A série se consolidou como uma das mais provocativas da última década, e o desfecho precisa refletir isso.
Com tantas estreias e retornos relevantes, 2026 se desenha como um ano de consolidação e risco para as plataformas. Algumas séries podem redefinir padrões, enquanto outras talvez vivam apenas do hype inicial. O que é certo é que o público terá opções de sobra — e expectativas ainda maiores.
